
Sobre essa estrada ilumineira e parda
dorme o Lajedo ao sol, como uma Cobra.
Tua nudez na minha se desdobra
— ó Corça branca, ó ruiva Leoparda.
O Anjo sopra a corneta e se retarda:
seu Cinzel corta a pedra e o Porco sobra.
Ao toque do Divino, o bronze dobra,
enquanto assolo os peitos da javarda.
Vê: um dia , a bigorna desses Paços
cortará, no martelo de seus aços,
e o sangue, hão de abrasá-lo os inimigos.
E a Morte, em trajos pretos e amarelos,
brandirá, contra nós, doidos Cutelose
as Asas rubras dos Dragões antigos.
ps: eu gotei desse poema porque ele retratou como ele vê a morte, e não são todas as pessoas que o conseguem...az da morte algo como que o juiz final e com isso tenta nos mostrar que pagaremos o preço pelo nossos pecados, hoje em dia todos deviam saber disso, mas parecem que são poucos os que fazem, e se sabem fingem não saber do tipo : tô nem aí, nem a morte me põe medo saco?... essas pessoas deviam aprender a ligar para o que vem a frente, mas essas pessoas deixam para ligar, quando já estão mortas.
Por: Camila Cunha
Legal, Camila.
ResponderExcluirTambém gostei muito do poema!
Não deixe de postar, pois este é um espaço muito bom de leitura.
Um abraço!
Mestre a benção!
ResponderExcluirfoi muito bom descobrir o blog.
Estamos levando teatro para os que assim como nós nada têm! Graças a seu legado!
BRAVO !
ResponderExcluirGente, vamos combinar. Igual a Ariano Suassuna não tem. EU AMO ESSE ESCRITOR, tenho todos os seus livros, mas a minha verdadeira paixão é a Pedra do Reino (com dedicatória e assinatura do autor)..
Silvana Nunes.'. - Rio de Janeiro
BLOG: FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER
http://www.silnunesprof.blogspot.com
Estive já por aqui e cá estou outra vez. Belo espaço para as letras e para remover este triste índice de leitura de 2 livros/ano por brasileiro. Na Argentina, são dezoito livros/ano.
ResponderExcluirTe convido a conhecer meus romances. Três deles estão disponíveis inclusive para serem baixados “de grátis”, em formato PDF.
Um grande abraço e boa leitura!
João Bosco Maia